Direito de resposta - Matheus Rudinick envia texto as redes sociais e fala o seu lado da versão.



Como todos sabem ontem me envolvi numa briga junto de mais dois amigos com Serginho Lisboa e seu primo que não recordo o nome.
E como estão falando muitas coisas que não são verdade estou escrevendo aqui para esclarecer e dar a minha versão dos fatos:
De fato nos brigamos e ele saiu machucado (eu um pouco) até que alguns amigos vieram ajuda-lo, porém não foi como estão pintando: uma sessão de espancamento ou seis contra um, muito menos algo premeditado, para fazer mal a ele.
Serginho e eu viemos ao longo dos meses que antecederam a campanha eleitoral de 2016 e principalmente os que depois dela vieram, tendo uma série de desavenças pessoais em que vale mencionar, apenas ele unilateralmente, vem tendo um comportamento comigo inesperado, gratuito e desrespeitoso.
Não raro, ele sempre me perseguiu nos grupos de whatsapp e Facebook soltando piadas, indiretas, insinuações e adentrando na minha vida pessoal de forma inconsequente, leviana e incisiva, de todas as formas e em todos os campos, as vezes pessoalmente, as vezes usando outras pessoas.
Atingindo não só a mim, mas principalmente a minha família, no seu íntimo e pessoal.

Coisa que nunca respondi e pra evitar, mais recentemente resolvi sair de todos os grupos de whatsapp que falassem de política e inclusive do programa de rádio em que eu fazia parte.
Ou seja, saí da linha de frente, tentando assim amortecer o impacto que essas pessoas - e ele está incluído nisto - estavam tendo em minha vida pessoal.

que falassem, mas eu preferia não saber ou ler.
Infelizmente não foi suficiente: montagens, músicas e mais uma série de coisas foram feitas de forma gratuita para me desmoralizar e desestabilizar.

Jamais dirigi uma palavra ofensiva a Serginho em momento algum, mesmo quando isto seria apenas uma resposta. acredito que a magoa dele para comigo venha do fato dele julgar ter sido eu o responsável por "desvendar" a identidade de algum fake que a ele atribuíram, pura conjectura e implicância sem fundamento algum.
Posso ter tido em algum momento um comportamento insensato com alguém e extrapolado mas até onde eu lembre nunca fiz de minha principal "arma" achincalhar com a moral alheia e de seus familiares, isso nunca me ocorreu, menos ainda com ele com quem eu até simpatizava até dado momento.

Pois bem, ontem eu estava sentado com mais 5 amigos num bar em que ele estava presente, até que ele foi embora em direção a seu carro quando eu junto de UM amigo o chamei (pra de certa forma defender a minha honra) ele veio até mim e então questionei se ele teria algo pra me falar cara-a-cara, discutimos e infelizmente no calor do momento nós brigamos, depois mais UM dos meus amigos e irmão de quem estava comigo entrou na briga - que inicialmente eram dois contra dois mas depois virou três contra dois - foi quando ele correu e caiu, em seguida os amigos dele interviram e se encerrou a confusão.
A outras pessoas que estavam bebendo comigo sequer se aproximaram da confusão, um inclusive achou o celular de Serginho no chão e devolveu a um de seus amigos.
Isto de que "várias pessoas o pegaram na covardia" não procede e a maior prova disso é que a briga foi num bar de um de seus amigos, cheio de amigos seus, não num beco escuro.
Não tento aqui me vitimizar ou apontar culpados, sei que tive minha culpa nisto mas teve todo um contexto, um histórico de agressões virtuais, gratuitas e desnecessárias que culminaram numa reação que todo e qualquer homem teria ao estar sendo provocado enquanto silencioso durante todo este tempo.
Aproveito pra dizer que não tenho, apesar disto, nenhum problema pessoal com Serginho, nunca "planejei" nada que viesse a causar-lhe mal e nem é do meu feitio se envolver em brigas de bar, nunca fiz ou farei novamente isto.

Fui "vítima" do calor do momento e infelizmente não consegui relevar todos os acontecidos.
Quero também deixar claro aqui que isto foi um erro que não se repetirá com ele nem com pessoa alguma, eu não sou assim e meus antecedentes e quem me conhece podem afirmar isto por mim.

Encerro aqui este assunto, estarei procurando a justiça em breve para que se resolva e se puna quem assim mereça ser.
Também não poderia deixar de mencionar que, após a confusão o policial Leandro de Souza em companhia do Vereador Kekel saíram à minha procura, foram na casa de minha mãe que assustada saiu à rua pra tentar conte-los.

Leandro me ameaçou, disse na presença de algumas pessoas que "iria me pegar" e "como homem não como um covarde" claramente tentando vingar seu amigo, nunca como policial, já que uma guarnição de serviço já estava cuidando do caso; e logo em seguida ambos, o vereador e o policial vieram a minha casa; Leandro, usando capacete, visivelmente transtornado (numa cidade em que ninguém usa capacetes) a meia noite e armado (fez questão de mostrar a arma pra quem estava presente) e acredito só não entraram em minha casa enquanto havia uma criança dormindo porque estava trancada ou por ter chegado testemunhas.
Não satisfeito por não ter me encontrado, me ameaçou novamente, desta vez usando o celular.
Tudo isto está bem documentado em depoimentos e um material que estarei levando imediatamente ao comando da 1° Companhia independente de polícia militar, a delegacia de polícia civil para que sejam feitas as medidas cabíveis, ao ministério público para dar ciência e pedir medidas que me possibilitem seguir com minha vida e ainda esta semana ao comando geral da polícia militar do estado do Rio Grande do Norte e ao comandante do policiamento do interior, além da mídia.
Ressalto também que em todas essas ocasiões será feito um termo de responsabilização para ambos e pedido garantias de vida.
Deixo aqui explícito que se algo ocorrer comigo, violência ou algum atentado a minha integridade física ou de algum familiar meu, amanhã ou num futuro, os responsáveis diretos e principalmente autores intelectuais da agressão serão o vereador Emmanuel Clélio de Oliveira Carlos e o cabo da PM Leandro de Souza e/ou seus mentores políticos que residem ou não em Macau e é isso que falarei em cada uma das vezes em que judicialmente e em juízo eu precise falar do caso, seja onde for e quando for.
Pra mim, meu problema com Serginho (que apesar de ter começado numa época de eleições nada tem a ver com política, foi pessoal) se encerrou ontem e colocarei uma pedra neste assunto como em qualquer outro tipo de atrito político com quem quer que seja, isto claramente não é pra mim e por isso não pretendo levar adiante, assim prefiro me precaver para que outros (a quem já listei e nomeei um por um e documentei com áudios e prints) não façam isso, como prometeram e estão prometendo incessantemente levem.


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